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PROJETO

Se mais da metade da população mundial mora em centros urbanos, como tornar esses espaços mais humanos e melhores de se conviver? Da busca por transformações que colaborem para cidades mais inclusivas e acessíveis nasceu o Red Bull Basement. Surgido em 2015, o programa compreende uma residência hacker, um makerspace com workshops gratuitos, palestras mensais e um festival anual, tudo isso ocorrendo bem no centro de São Paulo, no Red Bull Station. Por trás dessas vertentes, o desejo é criar um espaço de catalisação e debate de soluções e projetos que explorem o uso da tecnologia de forma criativa na abordagem de questões urbanas.

 

MAKERSPACE

Local base do programa, oferece workshops e oficinas regulares de temas como arduíno, internet das coisas (IoT), videomapping e wearable (eletrônica vestível), funcionando como um laboratório de inovação que pode ser acessado por todos, gratuitamente. O espaço está aberto para receber novos projetos e atividades que se adequem a ele envie sua proposta para inscricoes.basement@redbull.com.br ou participe da programação.

 

Venha conhecer de perto o projeto: nosso QG funciona no 1º andar do Red Bull Station, de terça-feira a sábado, das 13h às 19h.

 

FESTIVAL RED BULL BASEMENT

Acontece no início do segundo semestre, com instalações, apresentação de protótipos, debates e palestras sobre cidades e novas tecnologias. Neste ano, a programação contará com uma série de painéis que permeiam temas do universo maker e hacker, a ser anunciada em junho.

RESIDÊNCIA RED BULL BASEMENT

Principal pilar do projeto, a residência reúne anualmente estudantes e profissionais de diversas áreas, selecionados via edital, com o objetivo de desenvolver projetos que ofereçam soluções para os espaços urbanos. Combinando acesso livre a um makerspace com infraestrutura de ponta, aulas e ajuda de mentores, a residência tem duração de dois meses e busca ideias originais que impactem a cidade e seus moradores.

OBJETIVO DO PROGRAMA

A residência busca estimular a troca e o conhecimento, gerando soluções que possam ser compartilhadas com todos. Acreditamos que cidades mais inclusivas e acessíveis são a chave para uma sociedade bem desenvolvida, por isso procuramos projetos que tornem a vida nos grandes centros melhor, esse é o critério que orienta a seleção.

PERFIL DOS PROJETOS

Buscamos ideias que já estejam em estágio de produção, possuindo esboços ou outras formas de materialização, sejam elas fotos, vídeos, desenhos em CAD, 3D, fragmentos de código ou protótipo. No nosso histórico já tivemos desde projetos mais técnicos, como a criação de um pluviômetro caseiro que dispara dados nas redes ou de salas móveis, a outros mais voltados a uma reflexão sobre as cidades, como um mapa colaborativo ligado a um app ou um banco sensível ao toque humano. Veja como foram as propostas em 2015 e 2016.

Como exemplo de temas que podem ser trabalhados estão:

  • Agricultura urbana e sustentável (aproveitamento de áreas com potencial de criação de hortas comunitárias);
  • Produção de energia limpa por meio de formas acessíveis;
  • Saneamento básico (reaproveitamento de água, limpeza de córregos e rios);
  • Mobilidade urbana;
  • Saúde e bem-estar (controle de epidemias, prevenção de problemas ambientais);
  • Economia circular;
  • Conscientização política (incentivo ao acompanhamento de propostas públicas),

Entre outros.

O perfil de residentes vai de estudantes a profissionais em início de carreira, incluindo aí engenheiros, urbanistas, programadores, designers, arquitetos, etc. Podem participar pessoas de idades, países e campos de atuação diversos, contanto que seus projetos envolvam questões urbanas e uso criativo da tecnologia.

FORMATO DE PARTICIPAÇÃO

Para participar, os selecionados precisam estar dispostos a experimentar, criar e registrar todo o processo de desenvolvimento da ideia, compartilhando as etapas e estando disponíveis para se dedicar, no mínimo, por vinte horas semanais ao longo de nove semanas de residência, adequando-se quando necessário a agenda do programa. Como o propósito é gerar soluções para a cidade, pensando de maneira ampla e criativa os usos da tecnologia, é essencial que os projetos sejam publicados sob uma licença aberta.

Quais são os benefícios de participar da residência:

  • Ajuda de custo para desenvolver sua ideia com tranquilidade;
  • Acesso a um laboratório maker com diversas ferramentas de prototipagem (impressora 3D, fresadora, cortadora a laser e de vinil, CNC, bancada de eletrônica e marcenaria);
  • Mentoria de especialistas de variadas áreas, elaboradas especialmente para o desenvolvimento de cada proposta selecionada;
  • Exposição e divulgação do projeto junto a público e parceiros, proporcionando a ampliação da rede de contatos dos residentes.

Quem são os mentores?

Responsáveis por acompanhar os projetos, dando suporte e direcionamento para cada proposta, os mentores são profissionais destacados no universo da inovação. Participam do programa neste ano Andrei Speridião (design e tecnologia), Gabriela Augustini (empreendedorismo), Mauricio Jabur (hardware), Thiago Avancini (criatividade e tecnologia), Wesley Lee (design), além de mentores convidados e um mentor em residência, que auxilia em questões práticas do dia a dia no laboratório maker.